quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Tá na hora de acordar!
Mas me diga mesmo, será que um dia só eu não poderia faltar o trabalho? Eu precisava dormir, ou melhor SONHAR, mas sonhar de verdade! um sonho que quem sabe vire realidade, um sonho que no fundo nem sei se é sonho. Só que é tão bom sonhar que eu, que não durmo, dormiria (sonharia) por séculos!
Tudo bem, não teria graça. Sairia fumaça de tanto sonhar e nada viver e por mais sonhadora que seja, é sempre bom que o cheirinho, que a mão, que o calor, seja de verdade!
Mas calma, o "sonho" não acabou. enquanto não pode ser real continuarás APENAS em sonho.
E quando o dia chegar... As bochechas vão corar e os olhos vão brilhar toda vez que eu te ver passar.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Como pode uma pedra ilustrar?
É ela, a pedrinha que jogada ao mar provoca uma infinidade de circunferências circuscrevendo-a e aumentando a cada sentimentro que se a fasta dela. Também é assim aqui.
domingo, 26 de setembro de 2010
"Aaah, quanto querer cabe em meu coração!"
...
...
P.S.! Essa mensagem estava sendo escrita no dia 26.09
não consegui terminá-la no dia. Não continuarei.
Hoje é 29.09 .
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
A Sabedoria.

Uma carta em branco escreverei .
Será destinada a sabedoria
Para que de azul pinte os meus dias
E de desvazio preencha meu guia.
Ele não pode faltar
Falar então, não faz seu tipo, prefere é fazer sentir...
E na calada da noite, a sua filha,
A saudade, como de costume é quem bate de fininho.
É que o vento veio trazer o amor
Que não mais vem sozinho
Em seu colo traz a dor
Seu filho mais novinho
Tem uma que mora sempre em mim
É a saudade que bate a porta
Porta do coração sozinho
Que suporta a quimera do amor.
Indo pro trabalho algo se assucedeu!
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
MORFEU
A semana foi conturbada. Era sexta feira, cheguei em casa e me deparei com o meu marido, mais uma vez jogado no sofá, ele tinha revirado a casa atrás do tal homem que julgara ser meu amante. No começo do casamento sempre brigávamos, tudo era motivo de ciúmes. O trabalho consumia a maior parte do tempo dele, mas não trabalhara como antes, passara o dia a me ligar para saber por onde e com quem eu estava. Ele sempre me deu tudo, porém jamais permitira que eu tivesse amigos. E nos últimos anos, eu chegava do trabalho e ele estava a procurar o amante imaginário que criara para mim. Estava farta de tanta possessão, naquele momento precisava fugir, fui à praia; a lua parecia conversar comigo e o vento.. ah, o vento...ele como de costume só me tocava, me acalmava, a forma como levara os meus cabelos, levara também os meus problemas.
Estava tarde e não era mais aquela garota que ia para lá trocar beijos e carícias sobe a luz do luar. Já não era mais eu, a garota idealista que lutava pela sua liberdade. E numa precipitação,pulou as fases da vida achando que casamento era como brincar de casinha. E o homem que jurou amor eterno, estava em casa, comendo, e em mais um de seus delírios me culpava pela falta de amor.
Eu apenas olhava, olhava a lua, que naquele céu tão escuro, tenebroso, onde só uma estrela brilhava, mas brilhava pouco, se mostrava minha conselheira, mas também me trazia à memória lembranças de um passado lindo e utópico, lembranças de uma garota que achava ter encontrado a felicidade eterna. E que aquele homem, gentil, são e compreensivo, se tornara num homem o qual se perde em seus próprios delírios e se quer enxerga que tenho um coração.
E, quando eu menos esperava, senti uma mão fria em meu ombro, e na outra notei que segurava um radio; um suspiro cansado. Aquelas mãos, o radio que não largava, eu sabia que era ele. Não fiz ação alguma. Ele beijou minhas costas, comprimi meus olhos. Já não sabia mais o que fazer, meus olhos lacrimava de tanta dor. Continuei em estado de inércia. A forma sutil como beijava recordava-me quando nós nos conhecemos, naquele mesmo lugar, com o mesmo vento singelo e avassalador. Eu senti por um momento que o homem por quem me apaixonei ainda existia. Quando devagar, notei que sua mão queria virar meu corpo para ficar em frente ao seu. Naquele momento passou milhares de coisas em minha mente, dentre elas, o filme da nossa vida. Ele me virou, me olhou com seus olhos taciturnos. E, numa súplica, aproximou-se de meus lábios descorados e trêmulos e me beijou aflito e sem pudor. Naquela noite, sob os olhos da lua, nos amamos como eternos apaixonados.
Meu marido ficou na praia e eu voltei pra casa pensativa, mas feliz. Descalça na rua. Todos que passara por mim, me olhara com anojo. Cheguei, abri a porta, inesperadamente a sala estava primorosa. Fui para o meu quarto dormir, sabia que ele não voltara mais aquele dia, acordei, e ao meu lado apenas seu radio.
Escrito em agosto de 2009,
Rayssa Marinho
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
sábado, 18 de setembro de 2010
Não chores!
que de mim suga meu Ser,
mas de ti já não posso viver,
és vento frio que aquece o gelo do meu coração.
não chores se sem mim ficar,
é que o amor veio me buscar.
Mesmo sem saber a hora de te deixar...
o vento me levará para onde o sopro falhar e meu corpo repousar...., morada farei lá.
meus pensamentos são como a chuva grossa
que não para de cair, te molha e só vem quando estás sem proteção...
te dando um banho de emoção.
Madona mia, dimmi, ti prego!!
se contigo será, não sei! só sei que me encanto ao te ouvir.
adimiração talvez... mas como fazer quando não se sabe o que fazer?
Quando menos se espera chega à cinderela cavaleiros prontos a amá-la.
poverina! lei non sa cosa fare! e tu, saprai?
è...anch'io... non lo so cosa devo fare!
João, José ou Pedro??
Nenhum?
Nenhum!
Davveroo??! non dimmi questo!
ma... io avevo pensato che avevo un amore, ma non.. ho tre amore, come la cancione...
" ... a noiva do cowboy era você além das outras três.."(Chico Buarque)
O tempo dirá como um filete de vento frio que entra num porão quente, mas na hora certa...
Madona miia, ecommi aqui davante a te e... me aiutano, perché non so che devró fare di questo....
che le mie preghiere siano ascolta...
Nel tuo amore,
tua figlia
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Carta para Orfeu
Não posso dizer que isto é amor, pois nada a mim foi dito.
Não posso sentir tua presença, se és amor, pois em mim..t-u-d-o está partido
Não posso mais das minhas entranhas expôr, se a ti me exponho noite e dia
Não posso viver das tuas loucuras e de dor, se em mim, meu coração se esvazia
A vida é mesmo um labirinto! ...
E como um cão faminto vejo presas a cada esquina...
Me afobo, endoido, paro! vejo, olho mais perto, mas eu tenho medo...
Cheira bem? é de primeira? tem veneno?
A minha cabeça gira...e fica suspenso meu coração, como o medo da morte chegando...
Devo atacar a presa? ceder as suas tentações?
Não! melhor não! sou fraca, eu tenho medo...!
De devaneios loucos vivi, naqueles cinco minutos que me valeram por mil anos
Eu acordei, e ti vi...aqui! na minha frente, pedindo mais uma vez a chance de me ter.
Perdoa-me! Não sou capaz de entender nem o meu proprio sentir.
Perdoa-me! Mas...jamais ti farei feliz!
P.S.! A espuma que sai da minha boca e que impede o nosso beijo, é para lavar o teu corpo, para poderes me ver sem olhar para traz!
Eurídice
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Que não seja uma quimera!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010
O Ocaso
